PAUSA PARA O CAFÉ



09.02.2011

ERRAR FAZ PARTE DO SUCESSO

Errar nos conduz a 2 resultados: frustração ou aprendizado.
O mais importante nesta ocorrência é conter a frustração e aprender com o erro, de forma a visualizar a situação por um enfoque didático.
Você tentou abrir um negócio e deu em nada? Tentou mudar de emprego e as coisas pioraram? Então está na companhia dos ilustres - saiba que 100% das pessoas erram e são pouquíssimos os empreendedores que acertam na 1ª tentativa.
Eu abri 4 negócios até obter algum sucesso. Errar me ensinou que paciência, determinação, aprendizagem são essenciais para prosseguir.
Analise seus erros:
- Você foi otimista demais? Não previu os problemas mais óbvios que surgem em qualquer atividade? Refaça seus planos, agora em bases mais realistas.
- Você desistiu pelo medo das turbulências? Nem sempre insistir é adequado, mas procure entender que nem tudo dá certo na primeira tentativa.
- Você se preparou? Improvisação e realização nem sempre andam juntos. Leia, reflita, analise, converse com pessoas sobre a área que errou. Os livros são ótimos, aprenda com o erro dos outros!
- Você se frustrou? Separe emoção de razão. Como somos seres emotivos, tendemos a exagerar nossos erros e fracassos. Mas a razão nos leva a ponderar que erros são resultado de tentativas, e talvez sejam o único caminho do sucesso.
Errou, é passado. O presente é você quem decide. O futuro, é decorrência do que você fará hoje. Então, aprenda com seus erros e acertos e siga em frente!

Júlio César Zanluca


27.01.2011

O IMPOSSÍVEL É O QUE AINDA NÃO FOI FEITO!!


Você tem limitações? Obviamente que sim, mas será que não levamos a extremos nossas limitações profissionais e pessoais, em detrimento de nossas realizações e anseios?

Uma indústria de calçados, no Brasil, desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Foram enviados dois consultores a pontos diferentes daquele país, para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.

Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte e-mail para a direção da indústria:

 “CANCELEM o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui quase ninguém usa sapatos!”

Já a mensagem do outro consultor era:

“TRIPLIQUEM o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui quase ninguém usa sapatos ainda!”

Uma mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro.

Será que muitas vezes não agimos como o primeiro consultor, que enxerga as dificuldades, mas esquece as oportunidades?

O segundo consultor, obviamente, enxergou não as limitações, mas as possibilidades. Que tipo de profissional é você? Do estilo “isto é muito difícil” ou “se é difícil, então tenho oportunidades!”?

O fato é que desafios caminham juntos com as possibilidades, e quem não encarar de frente e partir para a batalha, nunca terá o prazer da vitória!

Deixe de lado o comodismo, o pessimismo, as óbvias limitações e analise muito bem o que você está enfrentando: de que maneira poderá fazer com que os obstáculos se transformem em alavancas para superá-los?

Um exemplo: se você não é promovido há anos no seu setor, que tal preparar-se (aprendendo inglês ou outras habilidades profissionais) para atuar em outros setores da sua empresa? Não adianta só reclamar: “ninguém me valoriza...” - vá a batalha, ganhe novos conhecimentos e divulgue-os!

Certo contabilista estava enfadado de sua rotina burocrática. Aprendeu inglês, foi superando seu comodismo e, após algum tempo, surgiu uma vaga interna na empresa, para nível gerencial de suporte de controladoria para a matriz nos Estados Unidos. Como dominava dois conhecimentos indispensáveis à vaga (contabilidade e língua inglesa), foi alçado à promoção, e teve a oportunidade que reclamava há muitos anos.

E você? O que está esperando?

Júlio César Zanluca


20.01.2011

A VIDA É UM PROCESSO - COMPREENDA E APRENDA COM CADA EXPERIÊNCIA!



Muitas vezes julgamos os fatos ou situações que ocorrem em nossas vidas como sorte ou azar, feliz ou infeliz, capaz ou incapaz, competente ou incompetente, feio ou bonito, rico ou pobre, escassez ou abundância, enfim, julgamentos que fazemos sem avaliar as coisas sob o ponto de vista do "TODO", de situações que, na verdade, fazem parte de um processo de construção de vida.
A vida é um processo, um processo alinear, muitas vezes contraditório sob nosso ponto de vista, mas ao avaliar o "TODO", nos insere em condições que provocam ensinamentos únicos em nossas vidas. Situações que trazem à tona, precocemente, julgamentos como os citados acima. Simplesmente julgamos, mas não analisamos os fatos, não nos perguntamos o porquê tal fato ocorreu em nossa vida e o que devo aprender com isso, como, apesar de todas as adversidades, posso superar tal dificuldade.
Fugir de situações difíceis pode ser cômodo, mas não lhe proporcionará o crescimento pessoal e profissional que tanto sonha alcançar. Comodidade é estagnação. Frequentemente reclamamos por trabalhar sob pressão, mas é justamente nestes casos que despertamos para novos horizontes, para novas soluções.
Reclamar ou simplesmente se contentar com os fatos negativos ou positivos, respectivamente, pode ser perigoso. O sentimento de tristeza ou de euforia imediatista decorrente desses fatos pode ser perigoso, não é que você não pode se alegrar com um fato ou uma conquista importante em sua vida, mas isso não pode ser um motivo para você "baixar a guarda", se acomodar e achar que tudo está certo e que sua vida mudou completamente. Lembre-se, a vida é um processo. Esteja atento a tudo e haja proativamente em busca das "coisas positivas".
Vasculhando alguns papéis guardados há algum tempo, encontrei um conto de origem chinesa que retrata muitas destas experiências e que reflete o processo da vida e a ponderação com que devemos vivenciá-las.
Sorte ou Azar?
Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco. Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia: "Este cavalo não é um cavalo para mim, é como se fosse uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo?" O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo.
Numa manhã descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu e disseram: "Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado! Teria sido melhor vendê-lo, que fatalidade!" O velho disse: "Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir?"
As pessoas riram do velho, sempre souberam que ele era um pouco louco. Mas quinze dias se passaram e, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta e não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo. Novamente, as pessoas se reuniram e disseram: "Velho, você estava certo, não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma benção."
O velho disse:  "Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de volta. Quem sabe se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Se você lê uma única palavra de uma sentença, como pode julgar todo o livro?"
Desta vez as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente sabiam que ele estava errado, afinal, agora eram doze lindos cavalos.
O único filho do velho começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas mais uma vez julgaram e disseram: "Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas e na velhice ele era seu único amparo. Agora você está mais pobre do que nunca."
O velho disse: "Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado."
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistarem. Somente o filho do velho foi deixado prá trás, pois se recuperava das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentado-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria. Elas vieram até o velho e disseram: "Você tinha razão velho, o que aconteceu com seu filho foi uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos forma-se para sempre."
O velho respondeu: "Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não devemos julgar, pois o julgamento nos deixa obcecados com fragmentos e deixamos de crescer porque o nosso mental fica estagnado. Julgar é um processo sempre arriscado e desconfortável."
A jornada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outra começa. Uma porta se fecha e outra se abre. Atingimos um pico e sempre existirá um pico mais alto. Precisamos aprender a não julgar, pois quando não sentimos esta necessidade, estamos satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e de nele crescer. Somente assim caminhamos em harmonia com as Leis Divinas.

Sergio Ferreira Pantaleão



18.01.2011

ERRO QUE ME FALTA - ESTOU DISPOSTO A ENFRENTÁ-LO??

Hodiernamente desde cedo somos condicionados a "ser perfeito", fazer tudo uma única vez e sem apresentar erros. É o que os pais, a escola, o grupo social, a igreja, a empresa, enfim, a sociedade como um todo nos cobra desde criança.
O erro nos é apresentado como sinônimo de fracasso, incompetência, de motivo para demissão, exclusão social e espiritual, ou seja, um peso tal que quando imaginamos que já nos preparamos o suficiente para realizar algo, cai esta "pedra" em nossa cabeça e nos leva à retaguarda, a não arriscar por medo de errar e ser "condenado".
Por óbvio ninguém gosta de errar, ninguém estabelece uma meta de fazer 50% certo e 50% errado só para ter que fazer uma das metades novamente. O problema é que o peso do erro pode ter sido dosado de uma forma que nos atrapalha, e bastante, para as tomadas de decisões do dia a dia.
Quando criança somos "puros" de qualquer preconceito e tudo passa a ser objeto de experiências. Gostamos de testar tudo, de fazer tudo de um jeito que ainda não nos foi dito e a partir do experimento, criamos nossas teorias. Se fizermos algo errado e simplesmente somos repreendidos sem qualquer explicação, como iremos entender se a forma em que agimos foi ou não errada? O fato é que por conta disso deixaremos de fazer novas experiências por medo de errar.
Se deixarmos de fazer experiências até podemos dizer que erraremos menos, mas inevitavelmente deixaremos também de acertar mais, de descobrir algo novo, de realizar um sonho, de fazer diferente. 
É comum encontrarmos crianças que já sofreram ou sofrem por não terem atendido aos anseios dos pais em ser o primeiro da sala, em ser o melhor músico, o mais inteligente, o que desenha melhor ou ser o melhor atleta.  São situações de pais que, muitas vezes, não tiveram a coragem ou a capacidade de se realizarem em suas vidas pessoais ou profissionais e depositam, digo, impingem em seus filhos, a todo custo, a obrigação de satisfazer suas próprias frustrações.
Por conta desta exigência estrema estas crianças, adolescentes ou recém-formados podem sofrer consequências significativas em suas vidas pessoais e profissionais, de modo que se torna impossível ou a duras custas, superar o paradigma enfrentado em algum momento da vida por ter cometido um erro e o transtorno que se gerou em cima disso. Passou-se então a ser portador da "errofobia".
Mas será então que uma grande empresa ou aquele profissional que você tem como referência sempre foram perfeitos, nunca erraram e por isso estão, respectivamente, na lista das 100 melhores empresas para se trabalhar ou é detentor do cargo de Presidente ou Diretor de uma grande companhia?
Quando vemos um jogador de futebol bater uma falta com tanta precisão, será que assim o fez desde a primeira falta que se propôs a bater no primeiro jogo de sua vida? Uma ginasta que ganhou uma medalha de ouro com o famoso salto "duplo-twist carpado" ou "duplo-twist esticado" já o fez ainda na maternidade, escapando até das mãos do médico obstetra?
Tudo bem, você pode estar pensando que o atletismo é muito específico e não retrata o dia a dia de um profissional numa organização, com chefes te pressionando a todo momento cobrando prazos, precisão e pontualidade. Ou ainda com colegas tentando "puxar o seu tapete" para alcançar a vaga de encarregado ou supervisor.
Vamos lembrar então de algo que inevitavelmente todos (genericamente) tiveram a oportunidade de participar e que, ainda que não tenham registrado, superaram com grande facilidade, primeiro por estar "novinho em folha" e não ter sido contaminado pelos paradigmas dos adultos e segundo, por ouvir destes só palavras de incentivo. Estou falando dos primeiros passos.
Será que no primeiro ano de vida você saiu saltitando pela sala ou pelo quintal dizendo, "pai, compra uma bicicleta que esta fase eu já venci"? A bicicleta foi outra fase vencida, pois você descobriu que era possível se equilibrar sem utilizar as "rodinhas" do lado. Muito bem, quantas quedas, quantos tropeções, quantos joelhos e cotovelos "ralados"? Situações que pareciam difíceis, mas todas superadas.
Resgate a todo instante esta determinação, tente esquecer os paradigmas que a sociedade tenta lhe impor impedindo que você faça ou deixe de fazer alguma coisa. Qual é o erro que lhe falta para fazer você subir mais um degrau em suas expectativas pessoal ou profissional? Erre, vá em frente, mas faça o que sonha fazer. Errar não é só humano, é necessário, seja como aprendizagem, desafio ou satisfação em superá-lo.
A história diz que depois de inúmeras tentativas o patrocinador de Thomas Edison o intimou a desistir de suas experiências, ao que logo retrucou: "Por que desistir agora, que já sabemos muitos modos de como não fazer uma lâmpada? Estamos hoje mais próximos de saber como fazer uma lâmpada que antes". Se ele tivesse desistido, isto faria alguma diferença para você? Olhe para cima e responda.
É como procurar o endereço de alguém pela primeira vez, você "se perde", anda por várias ruas e quando encontra o endereço correto e precisa sair pela cidade novamente, descobre que já conhece vários locais por onde passou quando estava "perdido". Foi o erro que fez você conhecer mais, descobrir novos locais. O erro é mais didático que o acerto.
Qualquer que seja o desafio vá à luta, deixe os paradigmas às margens de seu conceito de vida e enfrente-o. Para tudo temos de nos preparar, planejar, concentrar. Mas se não agirmos o "erro que me falta" não será superado e consequentemente meus anseios não serão atingidos.

Sergio Ferreira Pantaleão



06.01.2011

VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA VENCER?


Como está sua carreira? Você está se preparando continuamente para atingir seus objetivos profissionais? Acredita que está no caminho certo?

Ao longo de nossa carreira profissional conhecemos pessoas que começaram a trabalhar como estagiário em determinada empresa e num período curto de tempo acabam chegando ao almejado cargo de diretor executivo. Vemos também outros exemplos de profissionais que pareciam ter tudo para serem diretores num primeiro momento, mas por motivos diversos não deslancham na carreira.

Então nos perguntamos o que aconteceu para que aquele primeiro conseguisse galgar com tanta rapidez ou o que ele fez a mais ou na medida certa que o levou ao topo da hierarquia da organização.

Para quem já teve a oportunidade de conversar com algumas destas pessoas ou até mesmo ler sobre sua vida profissional, observamos que alguns dizem que não planejaram sua carreira para chegar onde estão. No entanto, observamos também que o resultado desta ascensão se deu através de muita energia e trabalho, se preparando continuamente e na primeira oportunidade de promoção, foi o primeiro a se manifestar à vaga e enfrentar novos desafios.

Em contrapartida, vemos no outro caso sem sucesso que o descuido com a vida profissional e a falta de planejamento, com o passar do tempo, geram inevitáveis frustrações. O planejamento da carreira de tempos em tempos é como a necessidade de fazermos visitas periódicas ao médico ou dentista, ações fundamentais para mantermos nossa "saúde profissional".

Cada um é responsável por essa "saúde profissional" e para que possamos atingi-la, precisamos planejar e agir neste sentido. É preciso iniciativa de querer mudar e fazer dar certo e para isso, há algumas ponderações a fazer que vão nos orientar e direcionar para nosso sucesso:

Objetivos: os objetivos profissionais devem ser claramente definidos, com possibilidade de êxito considerando seu potencial atual. Não precisa estabelecer metas impossíveis ou que no primeiro momento, ainda dependem de seu desenvolvimento pessoal ou profissional;

Estratégia: são as táticas, as habilidades que devo empregar para atingir meus objetivos, as quais podem ser elaboradas com base em experiências, pesquisas e ajuda de pessoas qualificadas em relação à carreira;

 Agir: buscar motivar-se e agir continuamente na busca das estratégias definidas. A inércia não trará resultados positivos;

Competência Intelectual: ter ou buscar ter a formação acadêmica ou técnicas adequadas que meus objetivos exigem. O aprendizado contínuo é imprescindível para adequar-se às mudanças que podem ocorrer. A prática é importante, mas a teoria é que faz você desenvolver novas práticas;

 Competência prática: sendo ou não suficiente a experiência atual, a busca de novos desafios práticos é uma forma estratégica para adquirir esta competência.

Equilíbrio emocional: ser equilibrado emocionalmente é um fator muito positivo e irá refletir no seu trabalho. Motivação, alegria e otimismo para que as coisas deem certo, são emoções produtivas que podem fazer você se destacar em relação a outras pessoas;

Relacionamento: procurar manter e ampliar o leque de relacionamentos tanto dentro quanto fora da organização é outro fator que fará você ser lembrado. Não pense que sua ascensão depende exclusivamente de você, boas parcerias profissionais mais do que nunca são um dos melhores meios de chegar ao topo.

 Valores pessoais: preciso conhecer quais os meus valores (coragem, vontade, dignidade, brio, honestidade, respeito) e se estes contribuem para meu crescimento na carreira ou se é necessário algum ajuste para que os objetivos sejam alcançados;

Alerta aos riscos: assim como nos negócios, na carreira profissional sempre haverá riscos ou acontecimentos que poderão afetá-lo. É preciso agir de forma consciente no sentido de rebater as ameaças e aproveitar as oportunidades que surgem. "Bater de frente" insistentemente contra o inimigo pode não se o melhor caminho. Saia da "arena" e busque visualizar o cenário que está vivenciando de um ângulo superior. Isso lhe trará alternativas para contornar a situação.

Não basta apenas fazer o planejamento, o mais importante e difícil, eu concordo, é fazer com que o planejamento seja executado e os objetivos atingidos.  Muitas vezes criticamos que nas empresas as ideias, planos e projetos ficam só no papel. As vezes as pessoas parecem sentir um grande prazer em dar ideias inovadoras e propor novos projetos, mas não têm a mesma iniciativa ou entusiasmo em executá-las.

Essa é a razão pela qual as coisas não acontecem, ou não fazemos os projetos ou quando fazemos, eles não saem do papel e vivemos nos enganando todos os dias à espera de um milagre que nos salve de nossa inércia.

Só iremos estar preparados para vencer se estivermos totalmente comprometidos com a execução em todos os seus detalhes. Faça uma coisa de cada vez e ao terminar aponte em seu planejamento que mais uma etapa foi vencida, permita sentir o sucesso alcançado.

Um líder não pode ficar esperando que seus subordinados entreguem os resultados. Ao se envolver diretamente na execução, ele saberá se as pessoas certas estão nos lugares certos e se têm as condições básicas de operação para fazer as coisas acontecerem.

Veja se você, como encarregado, supervisor, gerente, diretor ou presidente de sua "saúde profissional", está diretamente comprometido com a execução de seu planejamento ou se está distante, alheio, esperando os resultados caírem do céu.

Sérgio Ferreira Pantaleão



05.01.2011

FAÇA A DIFERENÇA!

Tenho visto brilhantes profissionais caindo na indolência. Na maior parte dos casos, tais pessoas tinham capacidades e talentos magníficos – mas por algum motivo, não tiveram êxito em explorar tais dons. Constatei também que muitos realizavam tarefas aquém de suas capacidades, se acomodando a tal situação, evitando até pensar em como desenvolver um avanço em sua carreira. 

A mediocridade e a preguiça mental são parentes íntimos. Se você não lê, não supre seu cérebro com ideias e inovações, ou seja, torna-o preguiçoso. A passividade mental resulta, por exemplo, em aceitar que tudo o que é falado na TV, lido nos jornais ou dito pelos políticos é verdade. Deixando de analisar fatos, questionar, pesquisar – cai-se na “mesmice”, aceitando-se frases burras como “tudo é assim mesmo...”. 

Faça a diferença – pense e tenha ideias! Ao invés de aproveitar chavões comuns, e aceitar tudo o que ouve ou lê, tenhas concepções próprias, ponderadas e analisadas, que farão de você uma pessoa única, especial, diferente. 

Abandone a frase “não tenho tempo...”, esta é uma desculpa para preguiçosos! Um dos exercícios para desenvolver o hábito de pensar é ler um artigo, e criticá-lo – fazendo perguntas como: - Qual o objetivo do autor? Os fatos e dados expostos são corretos? As conclusões são válidas? Quais possíveis refutações? 

Dica: comece por este artigo. Que lhe chamou a atenção? Quais aspectos se aplicariam a sua carreira profissional? O que você poderia fazer para aproveitar este conteúdo, na prática? 

Tais exercícios mentais, aplicados diariamente, o tornarão um “atleta mental”. Da próxima vez que você ouvir uma bobagem na TV, você a reconhecerá imediatamente, e poderá discernir, pensar, avaliar, não sendo mais confundido com a torrente de informações falsas ou meias-verdades a que somos submetidos diariamente. 

Eu leio a Bíblia, livro notável, que nos conduz a uma reflexão e revela nossas fraquezas, ao mesmo tempo que nos dá ânimo, fé, coragem para enfrentar as vicissitudes da vida. Para você que não conhece este Livro, inicie a leitura pelos Salmos, uma coleção de pensamentos magníficos e de grande valor para todas as pessoas. 

Pense e faça a diferença!

Júlio César Zanluca

04.01.2011

NÃO FAÇA TUDO IGUAL AO QUE OS OUTROS FAZEM




Inove. Inovar quer dizer fazer algo novo, mas não necessariamente do zero – significa que você muda um processo, produto ou serviço, para acrescentar elementos que o diferenciem (para melhor) dos existentes.


Por exemplo: na sua empresa, há 50 tipos diferentes de formulários de requisições e outros tantos carimbos, protocolos e parafernálias burocráticas. Que tal bolar um jeito para que as requisições e protocolos sejam feitos pela intranet de sua empresa, eliminando totalmente a necessidade de tais papéis?


A minha sensação é que, no governo, nas empresas, nos sindicatos, etc. – tudo poderia ser feito de forma mais fácil, rápida, com menos custo e de forma mais eficaz. Mudar isso virá das pessoas que trabalham nestas organizações, e não dos “gurus” de administração, que cobram caríssimo para dar poucas e falhas sugestões...


Recado para quem gosta das coisas como estão: defender o ontem, isto é, não inovar, leva à estagnação profissional, mercadológica, técnica – você quer ter este risco no seu negócio ou profissão?


Conheci uma empresa que tinha um ótimo produto, campeão de vendas, reconhecida marca nacional. Entretanto, com o passar dos anos, outros produtos foram aparecendo, cada um com alguma vantagem sobre o produto tradicional. Resumo: hoje, a empresa do produto tradicional, deixando de inovar durante anos, perdeu sua fatia de mercado, e agora ela é marginal (ou seja, mínima) – somente compradores “antigos”, gente que se acostumou ao referido produto, é que compra. Com o aparecimento de novos consumidores, gente jovem, o produto perdeu mercado e as vendas despencaram, para desespero (tardio) dos administradores daquela empresa...


E não me venha com a conversa de que você não sabe inovar, que não tem tempo para isso, que já teve boas ideias mas não consegue levar adiante... Comodismo, preguiça e má vontade são inimigas do crescimento pessoal e inovação!


Não se preocupe se suas ideias não resultam, num primeiro momento, em nada prático. As boas ideias levam algum tempo para amadurecerem, precisarão de reciclagem, testes-pilotos, etc. para se tornarem em inovações factíveis. Sei que a dificuldade principal está na cabeça das pessoas: mudanças assustam - quebrar paradigmas é quase um ato heróico, mas, num mundo onde a única certeza é a mudança, não tem jeito: ou inovamos ou morremos de tédio!


Finalmente, se você não consegue mudar nada na sua organização, que tal fundar uma e aplicar suas ideias na prática? Leve em consideração que você precisará de tempo, capital e disposição para iniciar algo prático, mas que isto não seja empecilho para você – pois o sucesso é de quem o procura, não cai do telhado sobre ninguém!



Júlio César Zanluca


03.01.2011

AO INVÉS DE PAGAR IMPOSTO, AUXILIE CRIANÇAS CARENTES!




Aos empresários e contabilistas: que tal pensar em direcionar parte do Imposto de Renda para os fundos controlados pelos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente?


Para reduzir o imposto devido e apurado na declaração do Imposto de Renda deste ano, as doações devem ser realizadas até o último dia de dezembro, diretamente para o Fundo da Criança, podendo o doador escolher o projeto a ser beneficiado.


Qualquer pessoa ou empresa no Brasil pode destinar recursos de seu imposto de renda para os projetos sociais aprovados. Veja como é simples: 


1. O depósito é feito junto ao Fundo da Infância e da Adolescência na modalidade de doação casada. A pessoa física pode descontar até 6% do IRPF devido na declaração (modelo completo) e a pessoa jurídica deduz até 1% do IRPJ devido no lucro real. Nota: para as pessoas jurídicas, a doação não pode ser deduzida como despesa operacional.


2. No caso das pessoas físicas, que têm imposto retido na fonte, também é possível realizar a doação para posterior devolução de parte do imposto aplicado em incentivo. Neste caso, requer-se que a opção da Declaração seja a completa.


3. No caso das pessoas jurídicas, a dedução do imposto de renda só pode ocorrer para aquelas tributadas pelo lucro real.


Seja solidário: tire da boca do leão para dar para as crianças!


Para maiores detalhamentos sobre as deduções aos Conselhos da Criança e do Adolescente, e dos incentivos fiscais de dedução do Imposto de Renda, baixe gratuitamente a obra "Benefícios Fiscais do IRPJ".


Veja também como sua empresa pode fazer doações diretas ou se engajar no endereço http://www.fiepr.org.br/fundoproinfancia/. 





31.12.2010


FELIZ ANO NOVO




Nesta época, os profissionais se congratulam com votos de felicitações, muito oportunas, por sinal, pois é uma questão de educação desejar o melhor para os outros, tal atitude faz parte de nossa cultura cristã.


Mas, reflita: o que você está fazendo, objetivamente, para que seu ano novo seja realmente “feliz”?


Não estou falando de festas, férias, visitas, viagens, estou falando de... futuro!


O ano que se inicia será um ano de imensos desafios, para todos nós, profissionais envolvidos com pessoas e gestão de negócios. Todos sabemos que o futuro começa no presente, hoje. O que eu planto hoje, e o que eu plantei no passado, será o que colherei no futuro!


Você tem investido em sua carreira profissional, se aperfeiçoado, e dado o melhor de si?


Se você não tem feito nada em prol do seu futuro, como espera um “futuro feliz”?


O futuro do Brasil é o que nós, brasileiros, decidimos e fazemos no presente e no passado. Quando votamos, escolhemos aqueles que nos representarão, no futuro. Quando aceitamos um emprego, o futuro de uma empresa, de um negócio, será partilhado conosco.


Fui consultor de algumas empresas em que o pessoal vivia somente o presente, seu objetivo era receber o salário, pagar as contas, ir "empurrando a vida com a barriga", etc. Obviamente, tais organizações não tiveram tanto sucesso quanto aquelas em que as pessoas tinham expectativas para o futuro, e trabalhavam e investiam para alcançar tais metas.


Você, como profissional de RH, ou gestor de negócios, que expectativas cria para o futuro? Seus desejos se limitam a ter um presente “feliz” ou você, de fato, age para um futuro “feliz”?


Só posso desejar a você, um “feliz ano novo”, e que o “feliz” comece agora!